segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

espelho

não caberia ali nenhuma transparência, nenhuma passagem. o negro espesso da íris tem a densidade das coisas inomináveis. um olhar sem através. não se chega ao fundo: é perder-se infindável.

8 comentários:

Adrianna Coelho disse...


bia, adorei isso!

Mariana Botelho disse...

uhuuuuuuuuu!!!

eu faria até uma dancinha agora! rs

(isso ficou lindo!)

Bee-a disse...

que bom pavitra! =)

Bee-a disse...

eheheheeh, nana besta!

Fred Matos disse...

é um denso e belo espelho, poema com mil e uma possibilidade de leituras.
gostei muito.
parabéns!

Bruna Mitrano disse...

Nossa, não cabe nele mesmo, não termina no fim. Lindo.

Bee-a disse...

fred,

obrigada pela leitura amiga e pelo comentário... foi difícil criar coragem para tornar público o que saiu tão de dentro...

beijos!

Bee-a disse...

Muito obrigada, Bruna, fico feliz q tenha visto beleza.